RPPARTY ESPECIAL: Zombie Walk São Paulo e Halloween.

MUAHAUHUAHUAHHAUHAUHAHUA.

Assim começo mais um post galera da blogosfera. Ontem foi dia 02/11 em alguns lugares “Dia de Los Muertos” aqui no brasil Dia de Finados, mas o mais interessante, é que a data é comemorada em alguns países logo após o famoso “Halloween”, o dia das Bruxas, então hoje vou falar um pouco sobre algumas coisas relacionadas, inclusive o meu passeio macabro pela Zombie Walk em São Paulo, com o tema “Circus”.  Vamos la…

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“O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, sendo que não existe ao certo referências precisas de onde surgiram essas celebrações.”

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Muito embora a origem da celebração seja um pouco controversa a mais aceita é a seguinte:

Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo Céltico.

Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra “Hallowinas” – nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

Mas os estudiosos dizem que a palavra Halloween surgiu da seguinte forma:
O nome é, na realidade, uma versão encurtada de “All Hallows’ Even”(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows’ Day).
“Hallow” é uma palavra do inglês antigo para “pessoa santa” e o dia de todas as “pessoas santas” é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, “All Hallows’ Even”, como “Hallowe’en”, e mais tarde simplesmente “Halloween”.

O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo.
Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe’en.

Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).

Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram. O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o “Dia das Bruxas”.

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E pensando justamente no dia das bruxas, este que vos escreve, decidiu aceitar um convite muio especial da minha amiga Jhenifer Mendes, que queria se aventurar no universo zumbi visitando a “Zombie Walk”. Começamos o evento ainda meio vergonhosos apenas andando de um lado para o outro e apontando tudo e todos que estavam muito “fodamente” ~sim assim mesmo~ vestidos ou fantasiados, muitos cosplayers criativos para caramba. Com algumas fantasias que nem eu pensaria em fazer, juro, e olha que tenho a mente fértil. hahahha

Bem tiramos muitas fotos bacanas, com muitos personagens megaboga, mas alguns chamaram a atenção como a maleficent zumbi, um grupo de cos de umbrella corp. que estavam fodasticos, e sim , tive que superar meu medo, mas existiam alguns palhaços. HORRIPILANTES. SÉRIO ESSES CARALHO NÃO SÃO DE DEUS.

Rodamos muio o evento e acabamos saindo de la por volta das 19hrs já mortos, mas felizes, por que o dia foi incrível e cheio de surpresas. seguem algumas fotos que a Jheni tirou com o celular, mas logo eremos fotos oficiais, pelos nossos novos parceiros a CMS fotografia, siiim, logo teremos um post enorme falando desa nova parceria de sucesso.

PS.: Devido a um erro no servidor as fotos da festa estão com um pequeno dellay mas logo serão colocadas a disposição de vocês aqui. 

Mas agora voltando ao Halloween…. o que seria Trick or Treat?

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“A brincadeira de “doces ou travessuras” é originária de um costume europeu do século IX, chamado de “souling” (almejar). Aqui no Brasil acontecem em algumas cidades algo parecido no ano novo que eles chamam de pedidos de bom principio.”

No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo “soul cakes” (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.

Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

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“A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês.”

Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de Outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transformasse em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro.

Sem opção, o Diabo concorda.

Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não. No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore.

O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore. Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre, e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada.

Sem alternativa, vai para o inferno.

Chegando lá, encontra o diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada, e como castigo, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Devido à esse acontecimento, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O’Lantern (Jack da Lanterna).

Os nabos na Irlanda eram usados como “lanternas do Jack” originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então começaram à utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos. Por isso a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween.

Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso.

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